Começa no Quênia fórum econômico entre África e EUA

Do G1: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1253977-5602,00-COMECA+NO+QUENIA+FORUM+ECONOMICO+ENTRE+AFRICA+E+EUA.html

04/08/09 – 10h24 – Atualizado em 04/08/09 – 10h25

Africa

Nairóbi, 4 ago (EFE).- Mais de 2 mil delegados de 38 países da África e dos Estados Unidos se reuniram hoje em Nairóbi, capital do Quênia, para inaugurar o 8º fórum da Ata de Oportunidade e Crescimento Africano (Agoa, em inglês), que contará com a presença da secretária de Estado americana, Hillary Clinton.

Os delegados, entre eles ministros, representantes do setor privado e da sociedade civil, discutirão até a próxima quinta-feira as oportunidades que esta iniciativa, desenvolvida durante a Presidência de Bill Clinton em 2000, oferece ao continente africano.

Além de participar do fórum – que permite a 39 países subsaarianos exportar bens aos EUA sem tarifas, sob diversas premissas políticas e econômicas -, Hillary se reunirá com o presidente do Quênia, Mwai Kibaki, e com o chefe de Estado somali, Sheikh Sharif Sheikh Ahmed.

Em seu discurso de abertura do fórum, o primeiro-ministro do Quênia, Raila Odinga, disse que seu país “se sente felizardo porque a nova Administração de Washington esteja explorando novas ideias e tenha demonstrado um extraordinário compromisso em seu apoio à África”.

Uma amostra disso, segundo Odinga, é a chegada de Hillary Clinton ao Quênia – prevista para esta tarde -, onde começará uma viagem de 11 dias – a mais longa desde que chegou ao cargo – por sete países africanos.

Esta aproximação dos EUA ao Quênia, nação de origem do presidente americano, Barack Obama, é interpretado também pela imprensa queniana como um “gesto para atenuar a humilhação de não ter sido escolhido o primeiro país subsaariano visitado pelo líder afro-americano”, analisava hoje o jornal “Daily Nation”.

Durante seu discurso em Gana, destino eleito por seu potencial econômico e estabilidade política, Obama disse que potencializaria o comércio com o continente e se mostrou crítico à esfera política queniana, após a crise pós-eleitoral das anteriores eleições.

O Quênia ainda não estabeleceu um tribunal local para julgar os culpados pelos enfrentamentos que surgiram após as eleições de dezembro de 2007, que deixaram mais de 1,5 mil mortos e 400 mil deslocados. EFE

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